
Há dois tipos de traições: as perdoáveis e as imperdoáveis. Tudo depende da nossa ordem de valores.
Não há fome que não dê em fartura.
Há uma altura na vida em que percebemos que o pensamento obtuso não é a receita da felicidade. Se soubermos aguardar pela hora certa, teremos a recompensa justa.
Quando erramos e a seguir acertamos, sabe ainda melhor.
Enquanto não nos conhecermos não vamos saber qual é a peça que falta.
O que nos pertence, a nós chegará. Seja quando o desejamos ardentemente ou quando já baixámos os braços. Vem sempre no momento certo. E a tempo.
O apontamento final tem de nos levar a olhar em frente.

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