Aqui me confesso, eu que um dia mudei de casa e de vida e renasci Merlia.




sexta-feira, 24 de abril de 2009

Puberdade fora de horas





P. F. - Vinculamo-nos às réstias de lembranças das pessoas que estiveram presentes no processo.

T. F. - Mesmo. E isso não é bom, ficamos parvas. Pelo menos fazemos a outra rir.

P. F. - Oh filha e se não é agora quando vai ser? Se fosse em canalha não sei se teria o mesmo valor.

T. F. - Quando nos metermos com os amigos das nossas filhas. Brincadeirinha! Agora tem mais graça do que na altura que devia ser. É mais marcante.

P. F. - Talvez esta seja a altura certa. A nossa altura.

T. F. - Tardia, ainda assim. Também pode ser da Primavera. Talvez depois passe...

P. F. - Não é nada. E além disso os filhos agora saem com que idade de casa dos pais? Estamos adequadas à nossa era.

(pausa)

Mas pode ser das mimosas. É de tudo menos de nós. A culpa é de toda a gente, menos nossa.

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