
Depois de dois longos meses de seca, eis que a chuva voltou a cair. Foi pouca, mas a suficiente para purificar a alma. E como era necessária!
Agora voltei a arredar as nuvens, preciso de ver a luz. E mandei embora o nevoeiro, quero ver com clareza.
Agora voltei a arredar as nuvens, preciso de ver a luz. E mandei embora o nevoeiro, quero ver com clareza.
Não é altura de virar a cabeça para trás nem de entrecuzar o olhar. Muito menos é altura de estar disponível para o abraço. Ou de o desejar.
Esta é a prova final e, como tal, a mais dura. Só com esforço e coragem o resultado final será o pretendido. Tenho de conseguir saltar as barreiras, sem derrubar nenhuma. Qualquer falha me pode valer a desclassificação.
Há que limpar o restolho do que o tempo queimou.

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