De dia para dia odeio mais a traição. A mesquinhez que pressupõe, o egoísmo que acumula, o cheiro nauseabundo que traz, o desconforto permanente ou a desconfiança à flor da pele. Tudo nela tem um carácter nojento, repugnante e inesquecível. Se é assim nas (quase) faz-de-conta, como será nas verdadeiras, aquelas que nos sugam até ao tutano? Muito mais poderia dizer-se, mas o corpo começa a arrepiar-se e o estômago a contorcer-se. Fiquemos por aqui.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
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