Aquele olhar encandeia-me com o brilho, fere-me de tão falsamente selvagem que é, incomoda-me pela persistência fotográfica. Aprisiona-me ao passado, transporta-me para um futuro ainda mais incerto do que o real e apavora-me. Mói-me a alma, pisa-me os calos e revolve-me as entranhas.
Nome de rua quieta,
Onde à noite ninguém passa,
Onde o ciúme é uma seta,
Onde o amor é uma taça.

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