Por vezes questiono-me acerca de quem serei eu no futuro. Olho para trás, recordo passos que dei de mão dada em direcção ao abismo e sei que não os quero repetir. Ao mesmo tempo, receio arduamente que a fragilidade me tolde os movimentos. Quem serei eu, afinal? Que erros voltarei a cometer? Não quero voltar a cegar. Apenas saber dizer "basta", como devia ter feito tantas e tantas vezes.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
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