Depois da tempestade vem a bonança, diz-se por aí. Depois de dias de ideias fervilhantes, nós cerebrais, dúvidas, dúvidas e mais dúvidas, eis que um dia tudo acalma. Já consigo pensar a frio, usando toda a consciência que achei ter perdido numa esquina que dobrei. Não me tornei inatingível, apenas mais fria. E a frieza é uma arma que não nos leva à cadeia, mesmo que um dia nos prenda.
Hoje sei que nada vai mudar se eu não fizer por isso. Não mudo ninguém. Aprendo a lidar com a diferença, enquanto a minha escolha for essa. Se num laivo impulsivamente pensado mudar de ideias, saberei lidar com isso. O que não nos mata torna-nos mais fortes, aprendi à cabeçada.
E hoje eu sou mais!

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