Depois há as músicas que sabem a verão. Cheiram a noites quentes e à ria Formosa, a tostas de queijo e orégãos a horas tardias, ombros ao léu e caipirinhas. São músicas que nos fazem acreditar num futuro melhor e diferente de tantos outros. Num amor maior e diferente, despreocupado e sentido, alegre e incondicional. Num amor que talvez não vá para além da intenção, mas que nos faz pôr o orgulho de lado por cinco minutos e querer uma reaproximação. A música dura o tempo suficiente para repensarmos a vida e o tempo certo para que a intenção seja efémera.
terça-feira, 8 de junho de 2010
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