Há alturas de azar. Daquelas em que tudo o que tocamos se estraga. Tudo começou há cerca de dois meses. Numa bela manhã de Maio eis que o computador se desliga sozinho, sem dar mais sinais de vida. Afinal não foi tão mau como se pensava, apenas o carregador que se estragou. Depois do arranjo, volto à vida normal. E duas semanas depois o que deixa mesmo de dar? O próprio computador, com um belo orçamento de 500€ para o arranjo que nunca acontecerá. Segue-se o carregador do computador com que ando desde então. Do mal o menos. E o telemóvel que se resolveu estragar quinze dias depois do arranjo. E a cadeira de baloiço que dizem que era, Deus a tenha em eterno descanso, uma peça tão valiosa, que ontem sucumbiu assim que me sentei. Resultado: muitos arranhões nas pernas e nas costas e uma dor insuportável nas mesmas, que quase não me deixa mexer. A juntar a uns quatro cortes nas mãos, resultantes das mais diversas situações e uma nódoa negra enorme que fiz só porque entrei na banheira. E um pote partido porque resolvi pôr lá uma escova. Acho que nos próximos tempos vou deixar de conduzir. Assim como assim, só falta mesmo o carro.
terça-feira, 6 de julho de 2010
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