
Há dias, pessoas, sentimentos, frases, momentos, suposições, fragmentos do passado, memórias do futuro- sim, quero dizer memórias do futuro!-, que nos levam a uma retrospectiva incessante do papel que temos na peça que é a vida. O meu é insignificante. E por que não fechar a cortina sem a certeza de que o intervalo tenha tempo determinado?
"- Falhámos a vida, menino!
- Creio que sim... Mas todo o mundo mais ou menos a falha. Isto é, falha-se sempre na realidade aquela vida que se planeou com a imaginação."
in "Os Maias", Eça de Queirós
La Salet

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