Temos de arranjar um museu aqui perto, nem que seja feito de erva e árvores! Vamos arranjar bicicletas? E uma máquina daquelas em que as fotografias são os momentos. Uma por cada história inventada. Venham os sonhos, o choro da chuva, o riso de sentir.
É nesta altura que sabemos o que bate cá dentro. E somos tanta coisa sem nome...
(Chegou hoje.)

Sem comentários:
Enviar um comentário