Aqui me confesso, eu que um dia mudei de casa e de vida e renasci Merlia.




sexta-feira, 17 de abril de 2009

É que não há paciência!


Já estou farta dos que aqui passam, me lêem e depois fingem que se lembram, sem ajuda, de datas importantes. Cansei-me daqueles a quem damos uma mão e querem logo o braço. Não suporto os que não percebem que já chegou a hora de meterem o rabinho entre as pernas e seguirem o seu caminho. Começo a perder a vontade de falar com quem se dirige a mim inconscientemente. Já não posso ouvir as bocas arrogantes do que só tem moral para estar caladinho e nem sabe o que isso significa. Deixei de suportar os sorrisos amarelos do amigo faz-de-conta.
O meu signo bem me dizia que hoje Marte e Plutão (ou lá quem era) iam estar em guerra. Haja alguém que os separe. É que não há paciência!

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