
Gostava de ter vontade de escrever e libertar tudo o que vai cá dentro. Limpar a alma. Depois, apenas me restava esvoaçar por aí ao sabor do vento, enquanto espalhava pós dourados de alegria. Desprendia todas as amarras e podia finalmente abrir-me ao mundo. Mas já que hoje não passa de um dia normal, resta-me sorrir e voltar a acreditar que o futuro é possível, mesmo quando já o guardámos num baú e o enfiámos num canto escuro, no sótão.
Tens hoje só p'ra mim
Pós de perlimpimpim
És um arroz doce, sim

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