Distanciaste-te num dia já ido e não sei o que fazer contigo. Talvez não te consiga ter como antes, numa roda viva de emoções que nos assolam o peito. Fugiste durante a noite, ainda de meias, saindo pela porta que não tinha trancado, pois saberia que mais cedo ou mais tarde a quererias usar. Nunca te proibi do que quer que fosse. Se é ao frio que sorris, é ao frio que te deixo. Não te chamarei mais para o calor da minha cama, nem usarei a chave da tua porta para entrar e ocupar a tua. Hoje estás ao teu sabor. Amanhã estarás nas tuas mãos.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
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