Pois é, A., também eu um dia acreditei que havia histórias de vida diferentes. Acreditei em valores irrefutáveis, em prioridades de vida definidas e erros ultrapassáveis, fases de enamoramento eterno e e lealdade no papel principal. Hoje sei que o mundo não é o sonhado. Não passamos de animais com tanto de racional como de irracional, com segredos obscuros, orgulho ferido, sentimentos recalcados e desejos tão secretos quanto a individualidade nos permite.
Hoje sei que eu, tu e o mundo somos iguais. Que há histórias irrepetíveis, mas que não há histórias perfeitas. Nem as de sucesso.

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