Lembrei-me do ano passado. Dos dias em que o coração não parava no peito, em que a cabeça era livre como um pássaro e dos dias em que o corpo me pertencia. Lembrei-me do ciúme que não existia, da leveza de viver e da incerteza futura que tão bem sabia. Hoje lembrei-me da leveza de espírito e da libertinagem e voltei a ter saudade.
terça-feira, 18 de maio de 2010
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