Aqui me confesso, eu que um dia mudei de casa e de vida e renasci Merlia.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Quem ama acarinha, alimenta o ego, preocupa-se, tem sempre algo a dizer, mesmo no silêncio, protege, procura, interessa-se, partilha, afeiçoa-se, sonha, deseja e quer.
Tenho a inconstância da lua, a saudade das mulheres que choravam os maridos que partiam rumo ao novo mundo, a vontade dos que amam, a ambiguidade dos que pensam em muita coisa, a imaginação dos inseguros, a alegria dos que têm família, a sorte dos que vivem. Sou tudo e nada. Posso ser princípio e fim. Consigo ser o bem e o mal. Ter o finito e o infinito.
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