Apesar de toda a polémica gerada, ainda não me aventurei no Caim. Mas vontade não me falta, sobretudo depois da dedicatória inicial, que considero uma porta aberta para adorar o livro. Que um autor não se vê apenas no que conta, mas também no que é. E aqui, ele é tudo.
A Pilar, como se dissesse água.


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