Ontem as tuas pernas, já fracas, cederam sobre a minha cama. Queixavas-te da dor que se associava à falta de sensibilidade, numa mistura explosiva. E ias cerrando os olhos de mansinho. Tive medo da visão que me deste. Enquanto te massajava sabia que não podias partir. Tu não.
terça-feira, 27 de abril de 2010
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